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Direito de Família

UMA SÍNTESE EXPLICAÇÃO SOBRE OS ALIMENTOS COMPENSATÓRIOS

Desejo com esse texto explicar o que é os Alimentos Compensatórios, de forma simples e didática. É um tema relevante do Direito de Família atualmente e chamou minha atenção. Gostaria de clarear o conteúdo a seguir, porque tenho certeza que alguém pode se identificar com o assunto e nem sabia que teria esse direito.

Em primeiro lugar, é muito comum sabermos que os alimentos existem, sendo associado como a pensão alimentícia, e muito lembrado na sua modalidade mais famosa, aquela obrigação que é paga aos filhos por um de seus pais que não convive com ele(a).

Não está incorreto, mas existem outras formas. A segunda mais conhecida é aquela que acaba sendo devida aos ex-cônjuge, ou ex-companheiro, em razão do encerramento do casamento ou da união estável.

Sobre esses alimentos, para as pessoas casadas ou companheiras, é que tem relação os Alimentos Compensatórios. A importância de falar do tema é que atualmente acontecem muitos divórcios ou dissoluções de união estável.

Com isso, muitas obrigações surgem com o encerramento do relacionamento, não só a pensão alimentícia para o filho (quando existe), ou a partilha de bens, mas a possibilidade de existir os alimentos para os ex-cônjuges ou ex-companheiros.

Com a existência do forte laço afetivo, que uniram então duas vidas, de repente chega o fim do relacionamento, de forma abrupta e as vezes indesejada. Em paralelo a frustração emocional, as pessoas sentem uma enorme dificuldade em lidar com as obrigações jurídicas que causam o fim de um relacionamento.

Mal sabendo dos próprios direitos, acabam descobrindo que existe a possibilidade da previsão de alimentos para o ex-cônjuge ou ex-companheiro. Não sabe como faz para receber, apenas sabe que existe.

Essa modalidade de Alimentos que relato precisa ser considerado com o modelo tradicional familiar, ou seja, quando só uma pessoa conseguiu se dedicar com exclusividade ao desenvolvimento profissional, enquanto o outro ficou com a obrigação de cuidados familiar e essa pessoa sofre o “apagão” profissional nas palavras usadas por Carlos Eduardo Elias de Oliveira em seu artigo[1] que li no IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família).

É por isso que foi construído os Alimentos Compensatórios, onde a sua aplicabilidade acontece justamente quando ocorre uma desigualdade econômica entre as partes, em decorrência do fim do relacionamento. A finalidade é de reparar os prejuízos em relacionamentos tradicionais. Não é forçar a igualdade patrimonial entre os cônjuges ou companheiros, mas evitar a queda brusca do padrão socioeconômico que essa pessoa vivia cotidianamente nos anos anteriores.

Essa forma visa compensar os prejuízos do apagão profissional, independente do regime de bens, e não se aplica aos casais modernos onde ambos trabalham, possuindo cada um autonomia profissional e conseguem dividir os trabalhos do lar, não importa se existe diferença financeira pelo desenvolvimento profissional.

O principal ponto de distinção é que o insucesso profissional, ou a diferença de renda, não pode ser justificado pela dedicação exclusiva ao núcleo familiar, e sim pela responsabilidade de suas próprias condutas no ambiente de trabalho, ou até outros fatores.

É importante lembrar que o relacionamento de forma tradicional só deu certo porque um só pôde se dedicar a carreira de forma exclusiva, e por isso manteve financeiramente o lar, em decorrência do apoio total do outro, que foi capaz de conduzir o outro lado da vida que quem precisa trabalhar não seria capaz de cuidar.

Por isso não é injusta a sua aplicação, mas literalmente uma compensação que corrige um dano causado pela escolha de um regime de bens, e que não refletiu a divisão econômica justa pela dinâmica que foi vivida no casamento ou união estável.

Não estou dizendo que essa forma de família é ruim ou deve acabar, mas ela tende a causar a desigualdade econômica entre os cônjuges, e o motivo é como fica dividido os deveres e responsabilidades do casal. Com o divórcio ou a dissolução da união estável, o encerramento desses relacionamentos prejudica quem ficou fora do mercado de trabalho para cuidar do lar.

Além disso, os Alimentos Compensatórios é uma forma distinta de Alimentos que comumente é prevista para os cônjuges, que atualmente este último passou a ser conhecido como Alimentos Transitórios.

A busca de Alimentos para os cônjuges e companheiros atualmente, conta agora com um termo final para o encerramento da obrigação alimentar. Mesmo sem prazo anteriormente estabelecido. A previsão de prazo para os Alimentos fez com que prejudicasse em sua maioria as mulheres, pois são elas as mais lesadas por saírem do mercado de trabalho e passam a se dedicar de forma exclusiva aos cuidados da família e do lar.

Por isso, quem sai lesado economicamente do relacionamento não consegue com os Alimentos Transitórios recompor os prejuízos sofridos. Desta maneira, foi muito bem construída a teoria dos Alimentos Compensatórios no Brasil, através dos estudos de Rolf Madaleno, que de forma alternativa buscou corrigir o problema da cultura conservadora de estrutura familiar. Uma solução justa para recompor os prejuízos.

 

[1]In:<https://ibdfam.org.br/artigos/2224/Compensa%C3%A7%C3%A3o+pecuni%C3%A1ria+por+tempo+de+casamento+ou+de+uni%C3%A3o+est%C3%A1vel%3A+uma+esp%C3%A9cie+de+alimentos+compensat%C3%B3rios+prefixados>. Acesso em: 02/12/2024.

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Direito de Família

REFLEXÃO SOBRE 03 ANOS DE ATUAÇÃO NA ADVOCACIA

É comum para nós advogados, onde notei por outros, que uma forma de avaliar como avançamos na advocacia seria o período de três anos.

Isso acontece porque coincide com a renovação do nosso certificado digital. Assim olhamos como o tempo passou e até onde avançamos. Por isso vem a memória reflexiva minha.

Digo que esses três anos se passaram de forma rápida, e foi bem diferente do que eu imaginava e me deu vontade de contar um pouco da minha história.

De início vinha um jovem se graduando em Direito, com foco para concurso público. No final, saiu outro com vontade de arriscar mais na vida, empreender, ver como funcionava o mundo com a necessidade de um profissional formado em Direito dentro da área privada e entender ela melhor.

Acrescente-se ainda que no final da graduação veio uma inesperada pandemia, onde o mundo viveu uma situação indesejada. O que eu esperava era encontrar um emprego logo, o imediatismo me incomodou nessa fase, pois havia uma crise econômica no momento e o meu estágio estava se encerrando.

Eu precisava me sacudir para achar alguma vaga de emprego. Principalmente atuar na tão sonhada área de Direito Tributário. De repente me deparei com o que não havia planejado e cabe até um outro texto para descrever o que senti.

O tempo passava e via pessoas conseguindo emprego para área que eu desejava e nunca era a minha vez. Quanta agonia me deu. Como era difícil, estava com um “canudo” na mão que não trazia nenhuma renda ainda.

Senti que as minhas escolhas de estágio não foram boas, embora tivesse adorado tudo o que vivi. Mas parecia que meu período de estágio era perdido, um total fracasso porque não era contratado de jeito nenhum. Do que teria me valido então ter feito iniciação científica e monitoria na faculdade?

Me senti francamente um burro por só trabalhar em órgão público e não ter entrado em um escritório antes. Não entendia porque eu não poderia ser como os outros, que estavam sendo contratos e alguns indo até para São Paulo.

Parecia me restar o estudo desenfreado pela frente, por anos, para enfim passar em um cargo público. Refleti sobre o que fazer, mas tomada de decisão além de ser difícil, não permite ficar mudando de escolha todo ano. Caso contrário, não haveria resultado algum para nada.

Resolvi então abrir o meu escritório com muita coragem, e não saberei dizer se foi a mais correta, só que chego aqui sem arrependimentos.

Porque não nego ter tido pensamentos como seria a vida se tivesse esperado mais, encontrado uma vaga de emprego na área tributária, ou só estudado para concurso. É a sensação de achar que a grama do vizinho é mais verde.

Mas aprendi que qualquer caminho a seguir ele iria ser difícil do mesmo jeito. Percebi que tudo começa dessa forma, não existe um mundo nos devendo favores para entregar uma vaga de emprego, um cargo público, ou abrir um escritório e no primeiro dia vai bater um cliente na sua porta (para mim levou 03 meses).

O caminho inicial é duro, como se fosse um teste da vida se vai seguir mesmo nesse caminho. Eu posso dizer aqui que eu resisti (com muitas pancadas rs). O aprendizado principal nessa etapa é que se estiver fácil desconfie. Não existe ganhos rápidos ou vitórias fáceis.

Encarei as consequências, me comprometi a pegar todo aprendizado que poderia ser adquirido. Sabia que deveria ser firme na escolha e não deveria recuar. Seriam e foram anos amargos.

Encarei e até hoje sinto as dificuldades, mesmo vendo tracionar em uma direção e contando com boas parcerias.

Muitas vezes pensei em fechar as portas e tentar buscar trabalhar em outro lugar, dias que me senti perdido. Desejei estar igual a alguns amigos, trabalhando em uma boa empresa ou escritório, ou mesmo igual aos que estão indo bem nos concursos (uma fase de estudos demorada), era o sinal de estar bem sucedido que eles me transmitem e que buscava atingir. A minha escolha parecia a pior, uma pessoa perdida que está sem rumo.

Depois algumas oportunidades surgiram, mas sentia que havia algo melhor por vir no caminho que eu escolhi.

Pois bem, o tempo passou e resisti aos três anos mencionado no início. Mesmo com a sensação de ter feito algo de maneira prematura.

Só que me parecia ter o destino de minha vida me fazer seguir isso, uma soma do desespero para trabalhar e um sonho a realizar. Sem a vaidade de ter o meu nome no escritório estampado em uma placa, quero apenas ser um grande advogado (e estou bem longe disso).

Embora tenha sido difícil, não sinto que fiz um mal trabalho até hoje. Na verdade, abrir um escritório fez com que fosse obrigado a lidar com os problemas jurídicos vividos pelos outros na prática e de frente com eles, porque era eu que entrava em contato diretamente.

Mas este é o resumo da advocacia minha até aqui, um tanto desafiadora como ela sempre será. Mesmo cheia de dificuldades, me sinto realizado com o trabalho feito.

Embora muita coisa para nós não acontece da forma que sonhamos, devemos extrair o melhor disso e agradecer. Sempre haverá muitos obstáculos no trajeto, aliado a dificuldade.

Que o sentimento de medo, derrota ou insegurança não tome conta de nós e nem faça perder a coragem realizarmos os nossos sonhos.

 

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Direito de Família

Pensão Alimentícia ATRASADA. O que fazer?

A pensão alimentícia é um direito essencial para o sustento dos filhos, mas infelizmente, muitos responsáveis atrasam ou deixam de cumprir essa obrigação. É importante entender como proceder nesses casos e quais são as medidas cabíveis, evitando ações inadequadas.

Não Reclame na Delegacia

Primeiramente, é crucial saber que não se deve ir à delegacia ou reclamar para os policiais sobre a falta de pagamento da pensão alimentícia. Esse tipo de situação não cabe um boletim de ocorrência. A via correta para tratar do atraso é através do processo judicial.

Abandono Material e Código Penal

No entanto, existe a possibilidade de reclamar o abandono material conforme o artigo 244 do Código Penal. Mas é importante esclarecer que o pai ou responsável não será automaticamente condenado criminalmente apenas por deixar de pagar a pensão alimentícia. Para que se configure o crime de abandono material, é necessário provar que o responsável deixou de prover o sustento do filho sem justa causa e de forma voluntária, deixando evidente que ele possui recursos o suficiente para contribuir.

Prisão por Dívida de Pensão

É possível que o pai seja preso por dívida de pensão alimentícia, no entanto não cabe reclamação para a Polícia. Essa medida é aplicada ao Pai que esteja devendo alguns valores em atrasos, não mais que os três últimos meses, e também poderá ser cobrado qualquer parcela que deixar de ser paga ao decorrer desse processo.

Tudo isso é declarado no processo judicial, quando o Juiz(a) irá verificar os valores, as formalidades para cercear a liberdade de alguém (assunto muito sério) e se preenchidos, expedirá o mandado de prisão.

O risco da prisão não se aplica aos avós que pagam a pensão aos netos, sempre bom lembrar. A prisão por dívida de pensão é uma previsão legislativa específica e deve ser tratada no âmbito judicial e só depois a Polícia irá agir.

Justificativas e Defesa

O simples atraso ou omissão ocasional não caracteriza crime. Alegar desemprego, por exemplo, não descaracteriza automaticamente a obrigação. O responsável deverá demonstrar incapacidade financeira real para prover o auxílio. Trabalhos informais, conhecidos como “bicos”, também não justificam a falta de pagamento, pois muitas vezes proporcionam rendas maiores, justamente por não terem descontos como FGTS e Imposto de Renda.

Conclusão

Embora seja raro, a prisão por dívida de pensão alimentícia, ela é prevista na legislação. Portanto, a forma adequada de reclamar criminalmente sobre a ausência de pagamento é mediante a comprovação de abandono material. Caso contrário, não se enquadrando conforme acima explicado, a cobrança dos valores atrasados deverá ser feita por meio de processo judicial, sem necessidade de envolver a polícia até que o Juiz(a) declare sobre a prisão.

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Direito Bancário

Financiamento de Veículo – Revise os Juros Abusivos e Negocie!

A atividade bancária exerce um papel importante socialmente, mas ela não visa o desenvolvimento econômico das pessoas. Afinal, se fosse essa a finalidade não teríamos problemas com juros abusivos, vendas casadas, entre outras violações dos direitos dos consumidores.

Um dos casos mais interessantes, e sonho de muitos brasileiros, é o contrato de financiamento de veículos. Essa é uma das principais formas de aquisição de carros no país.

Esses contratos possuem diferentes instituições financeiras oferecendo uma variedade de opções, as próprias montadoras possuem bancos para financiar o veículo para você.

Além disso, os juros altos de forma a prejudicar os consumidores é muito comum, mais do que se possa imaginar, e nos contratos de financiamento de veículos tem algumas justificativas.

Não que seja correto juros abusivos, mas há fatos que contribuem para o banco colocar ela de maneira elevada. Um deles é o risco de não cumprir com o pagamento até o final pelo consumidor, margem de lucro do banco, etc.

Essa percepção de risco, principalmente pela situação econômica do país, e as políticas monetárias, influenciam as taxas de juros praticadas no mercado para o financiamento de veículos.

Diante dessa diversidade, o que mais você deve se atentar é para os juros do financiamento, juntamente com as tarifas do contrato, onde normalmente reside os problemas.

Além disso, se você ficar devendo uma parcela, o Banco já pode entrar com a Busca e Apreensão do seu veículo!

Por isso, tomem bastante cuidado e procure um especialista na área de direito bancário o mais rápido possível. No meio desse problema, entre a falta de pagamento e a abusividade do contrato, o Banco pode oferecer um excelente Acordo, afinal essa demora de processos judiciais não é interessante para eles!

Fiquem atentos, você pode reduzir os impactos desse contrato, ou até mesmo não conseguir. Mas pense, sem luta alguma é a certeza da sua derrota e o lucro do Banco…

Já pensou isso acontecendo, sabendo ainda que o seu contrato é abusivo?

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Direito Bancário

Negocie suas dívidas e tenha desconto de até 90% com o Banco!

Comprar uma casa, ou um carro, até mesmo realizar contratos bancários para emprestar uma quantia do banco e que te ajude por algum outro motivo como, por exemplo: Televisão, computador, celular, geladeira, etc.

Aparentemente, são atividades comuns para todo ser humano, principalmente no Brasil. Mas, o que vocês não podem imaginar é que esses contratos podem ser abusivos!

Então, quando você ou a sua empresa sentir alguma dificuldade financeira bem grande para pagar o seu empréstimo, ou financiamento, desconfie e procure um profissional especialista em direito bancário focado na proteção do consumidor para te ajudar.

Desta maneira, você poderá analisar o seu contrato, identificar a taxa de juros pactuada, comparando com o que é permitido com as práticas de mercado e entendimentos judiciais.

Não somente verificar a taxa, mas outras abusividades que podem existir: a venda casada, ou a cobrança de tarifas do consumidor sem comprovar a prestação daquele serviço para o cliente.

São esses os motivos que devem fazer você procurar a Revisão do seu Contrato Bancário, não é só os juros, mas sim o contrato como um todo, a abusividade está em seu sentido amplo.

 Às vezes, no seu contrato o juro pode ter sido praticado dentro do que é permitido pelo mercado, mas existem outros pontos a serem analisados.

Além disso, é possível que nessa discussão, o próprio Banco ofereça um excelente Acordo no caminho!

Os processos demorados não são interessantes para eles, principalmente quando percebem que aquela pessoa ou empresa não vai conseguir quitar suas dívidas!

Não perca essa oportunidade e não espere que seja tarde!

Já pensou no que acontecerá se você não fizer nada?

Você jamais irá encontrar duas oportunidades iguais!

Cavalo selado não se passa duas vezes! 

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Direito Bancário

Vítima do golpe do PIX? Saiba como recuperar o seu dinheiro!

Diariamente, novos golpes visam enganar as pessoas na tentativa de obter dinheiro indevidamente. Os golpistas criam histórias convincentes para fazer com que você acredite nelas. No entanto, no fundo, o objetivo deles é acessar sua conta bancária e retirar o máximo de dinheiro possível.

Esses criminosos podem até criar uma empresa fictícia e montar um escritório para parecer legítimo. Mas fique atento: desconfie de promessas de lucros rápidos em curto prazo!

Estamos aqui para alertá-lo sobre esses golpes, sejam eles comuns ou mais sofisticados. É fundamental perceber que ninguém quer seus dados bancários para ajudá-lo ou oferecer dinheiro de forma genuína. O objetivo deles é sempre obter o seu dinheiro, seja através de um golpe de PIX que você acaba autorizando, ou mesmo invadindo sua conta bancária para roubar o dinheiro que você trabalhou para conquistar.

Os golpistas se aproveitam de oportunidades, como vazamentos de dados pessoais de clientes dos bancos. Esse é o ponto de partida para muitos desses golpes, já que os estelionatários conseguem criar diversas histórias com essas informações em mãos.

Eles podem fingir ser um amigo em rede social, pode acontecer um golpe após o furto do seu celular, podem fingir ser uma falsa central telefônica, oferecer falsas oportunidades de investimento em criptoativos, criptomoedas, entre outras que vão sendo inventadas.

Fique atento a chamadas ou mensagens suspeitas via WhatsApp, bem como a links que solicitam atualizações de aplicativos. Embora esses golpes sejam conhecidos, a distração pode levar você a ser uma vítima.

Uma simples distração pode ser suficiente para o golpe funcionar, já que é cada vez mais difícil distinguir o que é real. Cuidado com empréstimos fraudulentos que você não reconhece, envios de PIX para pessoas desconhecidas e ligações que solicitam transferências de dinheiro ou informações pessoais!

Se isso aconteceu com você, lamentamos profundamente. Oferecemos uma solução corretiva para esse golpe, e quanto mais cedo agirmos, melhor!

Já pensou no que acontecerá se você não fizer nada? É quase certo que não recuperará seu dinheiro e terá que arcar com o prejuízo que esses golpistas causaram!”

Golpe do Pix - 1
Golpe do Pix - 2
Golpe do Pix - 3
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Direito Bancário

Vítima da falsa portabilidade? Além do seu empréstimo, o golpista fez outro usando o seu nome!

Sempre é importante lembrar: a cada dia, novos golpes são desenvolvidos, com o único propósito: de pegar o seu dinheiro indevidamente. As pessoas vão aprendendo os golpes anteriores, o difícil é perceber quando mudam!

Os golpistas vivem disso, por isso se dedicam para elaborar novas tramas convincentes e fazer acreditar nelas, mas no fundo, buscam apenas aplicar um golpe.

Um exemplo marcante desses golpes é quando oferecem uma falsa portabilidade, ou desejam realizar um empréstimo utilizando o seu nome. Fiquem ligados!

 Servidores públicos são frequentemente alvo dos golpistas. No entanto, a falsa portabilidade nesse contexto consiste em utilizar seus dados, já que por algum motivo, acabam sabendo que possui um empréstimo com determinado banco (vazamento de dados), assim oferecerem uma portabilidade da sua dívida. Mas, atenção, o que acontece é que prometem juros mais baixos, mas não completam a operação.

No fim eles não pagam sua dívida (seu empréstimo inicial). Com isso, você terá mais dívidas em seu nome, porque eles com as informações que pegaram, fazem mais empréstimos, ou mesmo transferem por PIX pegando o seu dinheiro da conta, ou até acabam induzindo a você fazer isso.

Com a confiança transmitida durante a ligação, você fornece todas as informações necessárias, o que dá acesso que eles desejam. Você fica com a responsabilidade do primeiro empréstimo e ainda, soma-se os novos empréstimos que os fraudadores podem contrair em seu nome, ou o valor do PIX!

Portanto, todo cuidado é pouco diante desses golpes!

 Desconfie das ligações, mesmo que o número pareça semelhante ou igual ao de seu banco. Agir com prudência pode evitar grandes prejuízos!

Não espere até que seja tarde demais.

Você já pensou no que acontecerá se você não fizer nada?

Jamais irá recuperar o seu dinheiro, e terá que arcar com o prejuízo que esses golpistas te causaram!

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Direito Bancário

Golpe da Falsa Central Telefônica

Mais um golpe que vem enganando muitas pessoas, e chamando a atenção. Queremos ressaltar aqui, e consideramos ser altamente qualificado:

O da Falsa Central Telefônica. Por algum motivo há vazamento de dados pessoais dos clientes de bancos.

Com as informações em mãos, os golpistas simulam uma ligação do próprio banco: você é atendido, eles confirmam todas as informações suas e passa fazer você a acreditar que de fato é o banco te ligando!

Eles falam por saberem alguns dados pessoais, como nome, sua conta no banco, agência, convence você que é o banco mesmo na ligação.

Em um momento, afirmam que você está sofrendo dizem que está acontecendo uma invasão de hacker, ou criam uma história para que no fim você acredite ser o banco e não um golpe, com isso ao pedir para você passar mais informações pessoais, você acredita e fala.

Com seus dados faltantes, colheram o que faltava para que você sofra o golpe!

Depois eles invadem sua conta bancária por um outro aparelho, ou pede para que você faça as transações: PIX, novos empréstimos, etc.

Porque eles te convenceram muito bem, e você realiza os atos e envia os valores para o golpista porque não sabe o que está acontecendo!

Os prejuízos desses golpes são grandes, é muito bem arquitetado. Portanto, tomem muito cuidado com esse aqui.

Não espere que seja tarde!

Já pensou no que acontecerá se você não fizer nada? Você jamais irá recuperar o seu dinheiro, e terá que arcar com o prejuízo dos golpistas!

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Direito Imobiliário

Contrato de locação: como proteger seu patrimônio e garantir uma renda extra com aluguel

Se você é um locador e deseja aumentar sua renda por meio da locação de imóveis, é importante conhecer as informações essenciais sobre o contrato de locação. Muitos locadores acreditam que podem confiar apenas no corretor de imóveis para elaborar o contrato de locação, mas essa prática pode ser arriscada e resultar em problemas futuros.

Primeiro, é importante entender o que é um contrato de locação. É um acordo entre o locador (proprietário do imóvel) e o locatário (quem aluga o imóvel) que estabelece as condições do aluguel. Antes de assinar o contrato, é essencial lê-lo cuidadosamente e entender todas as suas cláusulas.

Algumas das cláusulas mais importantes do contrato de locação incluem a retirada do benefício de ordem, a duração do contrato superior a 30 meses, a denúncia vazia, a atualização do aluguel de acordo com o melhor índice e a inclusão de outros índices para evitar abusividade na correção. Além disso, é importante destacar que a ausência de garantia ou fiador no contrato pode facilitar o despejo, uma vez que o juiz pode aceitar o pedido liminarmente.

No caso de despejo, é fundamental seguir as regras estabelecidas na lei para evitar problemas legais. O despejo é um processo judicial que pode ocorrer caso o locatário descumpra as condições do contrato de locação. O procedimento judicial de despejo precisa ser realizado de forma legal e justa, independentemente da presença ou não de garantia ou fiador no contrato.

Se você possui um imóvel comercial, a renovação do contrato de locação pode ser importante. A renovação é o processo de renovação do contrato de locação após o término do prazo estabelecido. Para locações comerciais, é importante observar as obrigações para a renovação, que podem incluir o exercício de 03 anos da atividade empresarial no mesmo ramo, o perfeito cumprimento do contrato (sem inadimplemento), a apresentação de garantias e a proposta da ação judicial de renovação no prazo de 1 ano até 6 meses do fim do contrato. Caso faltem apenas 4 meses para o término do contrato, o locatário pode perder o direito à renovação.

É essencial buscar a orientação de um advogado especializado em direito imobiliário antes de assinar um contrato de locação. O advogado pode ajudar a entender as cláusulas do contrato, inclusive as relacionadas ao despejo e à renovação, e garantir que o locador esteja protegido legalmente. A contratação de um advogado pode evitar problemas futuros e garantir uma locação segura e rentável.

Lembre-se de ler o contrato de locação com atenção e buscar orientação jurídica especializada, considerando as cláusulas importantes e as obrigações relacionadas ao despejo e à renovação. Com essas informações essenciais, você pode alugar seus imóveis de forma segura e aumentar sua renda com a locação.

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Direito de Família

Divórcio amigável: economize tempo e dinheiro com essa opção rápida e menos desgastante

O divórcio consensual, também conhecido como divórcio amigável, é uma modalidade de divórcio na qual o casal chega a um acordo em relação às condições da separação, sem a necessidade de litígio judicial. Essa é uma opção mais rápida, econômica e menos desgastante emocionalmente do que o divórcio litigioso.

Uma das principais vantagens do divórcio consensual é a economia de tempo. Quando o casal opta pelo divórcio consensual, o processo é resolvido mais rapidamente do que o divórcio litigioso, seja em cartório ou na justiça. No divórcio consensual em cartório, por exemplo, o casal pode se divorciar em um único ato, sem a necessidade de processo judicial.

Além disso, a economia de custo é outra grande vantagem do divórcio consensual. Quando o casal entra em acordo sobre as condições da separação, como divisão de bens, guarda dos filhos e pensão alimentícia, não há a necessidade de contratação de advogados para resolver essas questões judicialmente. Isso reduz significativamente os custos com advogados, o que pode ser uma grande economia para o casal.

Outra vantagem do divórcio consensual é que ele é menos desgastante emocionalmente para o casal e para os filhos, se houver. Quando o divórcio é amigável, as partes envolvidas têm a oportunidade de conversar e chegar a um acordo de forma pacífica, sem a necessidade de um processo litigioso conflituoso. Isso pode ajudar a preservar a relação entre o casal e minimizar os impactos emocionais para os filhos.

Em resumo, o divórcio consensual é uma opção mais rápida, econômica e menos desgastante emocionalmente do que o divórcio litigioso. Ao optar pelo divórcio consensual, o casal pode economizar tempo e dinheiro, além de preservar a relação entre eles e minimizar os impactos emocionais para os filhos. Portanto, se você está pensando em se separar, considere a possibilidade de optar pelo divórcio consensual.

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Felipe M Mello – Advogado OAB/SP 460.307

24/04/2023.